Cirurgia de hemorroida pode assustar, eu sei… mas entender quando ela é indicada, como é feita e como se recuperar bem muda tudo. Bora ver, com exemplos simples, o que esperar e como voltar à rotina sem traumas?
A cirurgia de hemorroida é indicada quando o tratamento clínico falha. Também vale quando há dor forte, sangramento frequente ou prolapso. Em alguns casos, o sangramento causa anemia. Em outros, as hemorroidas ficam para fora e não voltam. Nessas situações, a cirurgia ajuda a controlar os sintomas e prevenir complicações.
A avaliação define a melhor técnica para cada caso. Laqueação elástica trata internas selecionadas. Escleroterapia usa injeção que encolhe o vaso. Coagulação infravermelha aplica calor local. Hemorroidectomia remove os mamilos doentes. PPH grampeia e reduz o prolapso. THD liga as artérias guiado por Doppler. O proctologista ajuda a escolher com base nos sintomas e no grau.
Alguns remédios aumentam o sangramento. Fitoterápicos também podem afetar. Ginkgo, ginseng, alho e ômega-3 costumam ser suspensos. Faça isso de 7 a 10 dias antes, com orientação. Informe alergias, uso de corticoides e histórico de sangramento. Leve a lista de medicamentos para a consulta.
Entenda o plano de dor e os cuidados após o procedimento. Pergunte sobre banhos de assento e pomadas. Saiba quando voltar ao trabalho. Laqueação permite retorno rápido. Hemorroidectomia pede mais tempo, às vezes duas semanas. Evite esforço, levantar peso e prender o cocô. Beba água e ajuste a dieta para 25 a 35 g de fibras por dia.
Tire dúvidas sobre sinais de alerta. Febre, sangramento intenso e dor que piora pedem contato imediato. Tenha o telefone da clínica à mão. Com preparo adequado, a cirurgia tende a ser mais segura e tranquila. O foco é reduzir sintomas e dar qualidade de vida.
A laqueação elástica trata hemorroidas internas grau II e III. Usa um elástico para cortar o fluxo de sangue. O nódulo seca e cai em poucos dias. É um procedimento rápido no consultório. O objetivo é aliviar sangramento e prolapso.
A escolha da técnica de cirurgia de hemorroida considera grau, sintomas e estilo de vida. Dieta rica em fibras, água e hábito intestinal suave reduzem recidiva. Controle do esforço evacuatório é essencial para manter o resultado.
Após a cirurgia de hemorroida, a dor costuma ser mais intensa nos 2 a 3 primeiros dias. Um bom plano ajuda muito. Ele acelera a recuperação e reduz o medo de evacuar. Siga as orientações do seu médico e combine medidas simples em casa.
Exemplo simples de um dia: café com leite, pão integral e mamão. No lanche, iogurte com aveia e banana. No almoço, arroz integral, feijão, frango e salada colorida. À tarde, maçã com casca e castanhas. No jantar, sopa de legumes com quinoa. Água ao longo do dia, sempre.
Em caso de qualquer sinal de alerta, contate a equipe que fez a sua cirurgia de hemorroida. O ajuste rápido do cuidado evita complicações.
Quando o tratamento clínico falha ou há sangramento recorrente, dor forte ou prolapso. Graus III e IV costumam precisar. Trombose repetida e anemia por sangramento também pesam. A decisão é do proctologista, após exame.
Depende do grau, sintomas e presença de pele externa. Laqueação, escleroterapia e coagulação tratam internas com sangramento. PPH e THD atuam no prolapso interno com menos dor. Hemorroidectomia é mais definitiva para doença avançada. O médico avalia e indica a opção mais adequada.
A dor é mais intensa nos 2 a 3 primeiros dias. Tome analgésicos no horário. Faça banho de assento morno e compressa fria. Use pomada anestésica se prescrita. Evite aspirina sem orientação. Amolecedores de fezes ajudam a evacuar sem esforço.
Priorize fibras e água. Meta de 25 a 35 g de fibras por dia. Inclua frutas com casca, verduras, grãos integrais e leguminosas. Use psyllium, aveia, chia ou linhaça. Beba 2 a 2,5 litros de água. Evite álcool e muita pimenta nas primeiras semanas.
Após laqueação, escleroterapia ou coagulação, trabalho leve em 24 a 48 horas. Após PPH ou THD, entre 3 e 7 dias. Hemorroidectomia pede 10 a 14 dias, em média. Caminhada leve em 48 a 72 horas. Corrida e treinos moderados após 2 a 3 semanas, se sem dor.
Febre de 38°C ou mais, sangramento intenso ou com coágulos e dor que piora. Saída de pus, odor forte ou inchaço crescente. Dificuldade para urinar também é alerta. Procure avaliação rápida.
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